Brincadeira de mal gosto: “Querem vender a Amazônia”
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Há um tempo atrás recebi um vídeo por e-mail de uma empresa (Arkhos Biotech) que estava tentando privatizar a Amazônia. Como na época achei absurda a história, nem dei atenção ao conteúdo do vídeo. Mas estes dias recebi um e-mail que falava alguma coisa sobre um viral de extremo mal-gosto, mas de grande infiltração.
A Ambev e a Editora Abril foram responsáveis pelo tal viral, que simula uma empresa norte-americana falando muito mal das atuais condições de preservação da Floresta Amazônica.
“Deixar a Amazônia nas mãos dos sul-americanos é condená-la à extinção rapidamente. Ao propiciar ao mundo a chance de intervir no destino da floresta, a humanidade pode estar dando o único passo possível para salvar a Amazônia.”
Esta é umas das frases divulgadas no viral, que demonstra uma espécie de “pouco caso” com os Países que de fato são donos da Amazônia. Isso mecheu até com o governo, que queria uma audiência com os executivos da Arkhos. Veja na Folha.
Veja o vídeo e leia o texto publicado no Observatório de Imprensa, no ano passado.

O vídeo que vende a consciência nacionalPor Montezuma Cruz |
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| As parceiras Ambev e Editora Abril assumiram a violação dos Códigos Civil, Penal e da própria Constituição federal, ao promoverem a divulgação de um vídeo difamatório à Amazônia. No entanto, a brincadeira dessas empresas pode ter o efeito de um bumerangue. O uso da maior rede de comunicação do planeta para uma armação nutrida por evidentes interesses pouco subliminares, põe a fabricante do guaraná Antarctica na lista do oportunismo e da rapinagem na região.Patrocínio de vídeo falso é crime tão nocivo quanto a discriminação racial ou formação de quadrilha no Orkut.
Lamentavelmente, até o momento, ambos os grupos, confessos patrocinadores do vídeo, não se retrataram. Ao contrário. O site do Laboratório Arkhos, anunciado como “criação publicitária” do açucarado guaraná Antarctica, edita comunicados para prosseguir atraindo o público. Nesse ritmo, violam consciências e abusam da paciência e boa-fé de pessoas, entre as quais, os seus próprios consumidores. Eis o apelo contido na página do laboratório: “Deixar a Amazônia nas mãos dos sul-americanos é condená-la à extinção rapidamente. Ao propiciar ao mundo a chance de intervir no destino da floresta, a humanidade pode estar dando o único passo possível para salvar a Amazônia.” Isso cheira a rapinagem em essência. “Se colar, colou”
Divulgar na internet que a Amazônia está à venda nunca será uma ferramenta de marketing consequente. Já existem precedentes na rede, denunciou a Agência Amazônia de Notícias. Daí o efeito bumerangue, que bate feito um bólido, na “cabeça peidada” (assim se diz na Amazônia) dos publicitários aquartelados por essas empresas. Da tentativa insana de criar uma peça publicitária e expor ao mundo, na tela do computador, a Arkhos, parida pela criatividade da dupla empresarial, incute em crianças e jovens envolvidos com jogos virtuais o desprezo pelo próprio solo, pela floresta, pelo ecossistema. à‰ como se tudo estivesse mesmo à venda, sem problema algum, na base do “se colar, colou”. As peripécias da Ambev em Maués (no estado do Amazonas) são comentadas também pelo jornalista Sérgio Leo, no seu sítio. Brincadeira danosa
De acordo com a assessoria de imprensa do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que denunciou a trama do suposto Arkhos Biotech, o parlamentar achou graça ter denunciado o vídeo da assumidamente fictícia Arkhos Biotechnology . Atribuíram-lhe um “mico” por haver se posicionado em defesa da Amazônia. E ele considerou a ilegalidade da Ambev e Abil um equívoco. Pior faria, se ficasse calado ou omisso. Como se estivesse agindo corretamente, dentro da impunidade, a direção da Ambev ainda aproveitou para convidá-lo a gravar um comercial. A que ponto chega o abuso dos conglomerados que se consideram donos da Amazônia e autorizados a transformá-la em feudo para seus gracejos marqueteiros! A atitude da Ambev e de sua parceira Abril dá margem à busca da fórmula super-secreta da Coca-Cola. Amanhã, a brincadeira pode ser promovida por outras fabricantes de refrigerantes e produtos que afetam a construção óssea do ser humano. O jornalista Chico Bruno alerta: “Por mais que se explique a brincadeira, o seu enredo é pernicioso aos interesses do Brasil”. “à‰ uma brincadeira danosa”, ele afirma, conclamando o senador Arthur Virgílio – e, consequentemente, os demais parlamentares da região – a pedirem à Justiça a imediata retirada do site do ar. O que em troca?
Paralelamente ao famigerado Arkhos, seja qual for a origem, o conteúdo e o feitio linguístico do seu site, vemos situações positivas campeando nas caixas postais e nos monitores. O site “Amazônia para sempre”, autor de uma delas, tem repudiado a comemoração do “menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados, quase a metade da Holanda”. “Quando se desmata 16%, isso equivalente a duas vezes a Alemanha e três vezes a área do estado de São Paulo”, adverte o site. O que a sociedade brasileira oferece em troca, pela manutenção desse patrimônio com biodiversidade incomparável e rica, com seres humanos incríveis, com uma fonte incalculável de riquezas minerais, petróleo e gás natural no subsolo e mais de 20% da disponibilidade de água doce do planeta? – perguntamos, lembrando o jornalista e poeta manauara Simão Pessoa. (info) |
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há 1 ano atrás
Sou Diretor Comercial da DFN. Especialista em automação de sistemas, especificamente controles como CFTV Acesso de pessoas e veículos em áreas restritas e de grande controle para Alfandegadas REDEX. Segurança Patrimonial. Mais segurança, mais produtividade e comunicação.
Reestruturação e Organização Empresarial
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O objetivo de quem trabalha com DFN é perpetuar o sucesso até então alcançado, atento ao mercado com comunicação empresarial, elevando a imagem, buscando fornecer as melhores soluções e todas as condições para que seus clientes alcancem o pleno sucesso.
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Plano Operacional de Segurança
- para recrutamento e capacitação de funcionários;
- de controle de acesso de pessoas e circulação interna;
- de controle de acesso de veículos e circulação interna;
- para informar presença de carga;
- para carga e descarga de unidades de transporte;
- para estrutura e desova de unidades de carga;
- para disponibilização de carga para verificação da mercadoria;
- para extração, guarda e remessa de amostras;
- para a quantificação e identificação de mercadoria, e emissão dos respectivos relatórios, se for o caso;
- para o monitoramento de segurança do local ou recinto;
- dos protocolos de segurança (qual o procedimento a ser adotado se)
- do plano para contingências por:
- falta geral de energia elétrica;
inoperância do sistema informatizado de controle de acesso;
inoperância do sistema de vigilância eletrônica;
inoperância do sistema de controle de movimentação de cargas e de armazenagem;
incêndio ou grave acidente;
qualidade de atendimento aos usuários (indicadores de tempos, perdas e extravio de mercadorias).
Grato pela atenção.
David Ferreira Neto
Diretor Comercial
[Responder]
Rodrigo Reply:
abril 15th, 2010 at 0:17
Prezado David,
Publicidade de graça?
Isso tem custo, sabia?
Pelo visto deve ser uma empresa bem fuleira, pois para sair por aí espalhando SPAM de forma gratuita…
Rodrigo Afonso
[Responder]